
VICKY CRISTINA BARCELONA, Woody Allen
Vicky Cristina Barcelona não é um filme sobre o amor, mas sim um filme que busca interpretar, amoldar e discorrer sobre o conceito desse sentimento. Algo que começou a ser trabalhado por Woody Allen em 1977, quando ele lançou sua melhor obra, Annie Hall. Neste, o foco é diferente, mas em alguns momentos, os caminhos se cruzam, isso porque ambos os filmes tratam sobre a fugacidade das relações amorosas.
Amor é definido como a inclinação da alma e do coração, mas cada pessoa tem uma idéia diferente. Para Cristina (Scarlett Johansson), o amor deve necessariamente estar ligado à paixão, ao forte desejo. Cristina é entusiasta, gosta de experimentar e tem talento para fotografia. Sua amiga Vicky (Rebecca Hall), por outro lado, pensa que o amor é compromisso e sacrifício. Pensa que você não ama realmente uma pessoa se não é disposta a deixar alguns ímpetos em prol de sua companhia. Visões que são, portanto, antagônicas, mas que entraram em choque quando as duas são atraídas pelo mesmo homem: Juan Antonio (Javier Bardem).
Constata-se que ao indicar uma paixão de personalidades tão distintas por uma mesma pessoa, ao terminar e começar relacionamentos que são mais estranhos do que se espera e, acima de tudo, ao contextualisar toda a história durante apenas três meses de férias de verão, que Woody Allen discorre sobre o quão misterioso, imoldável e indefínivel o amor pode ser. O filme pode ser definido então, como uma melancólica e sensata declaração inferioridade, onde o diretor aceita a limitação do intelecto do ser humano, já que este falha em compreender aquele que é o sentimento mais tremendo que ele conhece.
Amor é definido como a inclinação da alma e do coração, mas cada pessoa tem uma idéia diferente. Para Cristina (Scarlett Johansson), o amor deve necessariamente estar ligado à paixão, ao forte desejo. Cristina é entusiasta, gosta de experimentar e tem talento para fotografia. Sua amiga Vicky (Rebecca Hall), por outro lado, pensa que o amor é compromisso e sacrifício. Pensa que você não ama realmente uma pessoa se não é disposta a deixar alguns ímpetos em prol de sua companhia. Visões que são, portanto, antagônicas, mas que entraram em choque quando as duas são atraídas pelo mesmo homem: Juan Antonio (Javier Bardem).
Constata-se que ao indicar uma paixão de personalidades tão distintas por uma mesma pessoa, ao terminar e começar relacionamentos que são mais estranhos do que se espera e, acima de tudo, ao contextualisar toda a história durante apenas três meses de férias de verão, que Woody Allen discorre sobre o quão misterioso, imoldável e indefínivel o amor pode ser. O filme pode ser definido então, como uma melancólica e sensata declaração inferioridade, onde o diretor aceita a limitação do intelecto do ser humano, já que este falha em compreender aquele que é o sentimento mais tremendo que ele conhece.
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